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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Já ninguém se esforça


"É que se quisesses...eu ia até aí"

O que vos leva a pensar, vocês pessoas do sexo masculino, que é só dar dois dedinhos de conversa e nós caímos que nem patinhos? É que não querendo ser esquisita exigente, às vezes é preciso um bocadinho mais de motivação para me convencer a tal.
Não é que na mesma noite, dois indivíduos se lembraram de mim e de querer o mesmo "vir até aqui". A minha resposta foi a mesma para os dois....NÃO!!!
Um tem aquela pose de "ah-e-tal-porque-até-sou-giro-e-consigo-tudo-o-que-quero", o outro é mais do género "ah-e-tal-tou-me-a-cagar-pa-tudo-se-queres-ok-se-não-tu-é-que-perdes". No entanto este último, quando se lembra de mim que é tipo de mês a mês...não larga do pé, e eu que o ature! No intervalo desse mês, passa por mim diz.me o "olá" básico e pronto!! Oh meu artista...sabes que é preciso mais do que um Olá para elas cairem aos teus pés certo? ou pelo menos eu preciso!!! Falamos daqui a um mês ok???
O primeiro, esse pronto...lá vai tentando a sua sorte, quase todos os dias, mas paleio tem muito pouco! E assim não puxa carroça não é verdade?!
ATENÇÃO, eu não me estou a queixar, nem sequer estou numa de me fazer de esquisita, até porque os indivíduos em questão até que são bem interessantes.... mas a sério que já não existe aquela história bonita de dar corda a alguém com quem queres estar? o mínimo esforço é o que se pede amigos!!!!
Agora é.... "tão como é? apetece-me estar ctg, queres?" se a resposta for afirmativa é fazer o servicinho e vão-se embora para casa que se faz tarde!
Existem gajas que também o fazem, tenho pela consciência disso...e talvez elas e eles é que estão certos! Mas já ninguém se esforça para nada... PORQUÊ?!!
Ontem, um "amigo" que me faz tremer um bocadinho à sua passagem resolveu não me largar, era abraços, beijinhos na cara, passar a mão pelo cabelo....e eu que me mantive ali firme?! Nem sei como... já tivemos uma história e ele cagou, por isso amigo cada um tem aquilo que merece :)

No meio disto tudo, ELE estava lá e viu...... não sei se foi devido a isso que quando fomos embora se despediu de mim... com um beijo na boca sem eu estar minimamente à espera...... aiiiiiiiiii

terça-feira, 15 de março de 2011

Muito gosto em conhecer!


Vamos falar de vizinhos, os meus!

Vizinho1 : o que mais se tem em conta, tem a mania que bastam dois dedos de conversa e as gajas já estão todas caidinhas por ele. MENTIRA. Bastante agradável à vista, diga-se de passagem. Tem ali tudo no sítio, giro que se farta mas convencido que até dói. Pensa que também me leva nos dois dedos de conversa, mas até agora o que lhe dei foi tanga. Tem muito paleio no faces, mas pessoalmente ZERO!! É o típico gajo que dá gozo dar tanga apenas e só pelo nível de mania que tem na cabeça.


Vizinho2: o mais discreto de todos, aquele que raramente vejo. O mesmo que me deu a mão, quando estávamos na fila da discoteca. A partir desse dia vi-o muitas pouca vezes, a última vez que o vi falamos, muito à base do "olá está tudo bem?" quando o que acho que queríamos dizer era "olha lá, o que foi aquilo no outro dia?". Não é daquele tipo em que a beleza salta logo à vista,mas para mim tem aquele "je ne sais quoi" suficiente para não me importar nadinha de descobrir o que esconde aquela timidez toda.


Vizinho3: o meu vizinho favorito. Aquele que por acaso até já dei uns amassos e que, por acaso também, não me importava nada de repetir!!! Todos os dias nos víamos no mesmo café sem nunca termos falado um com o outro, até que chegou aquele dia em que sem que ninguém estivesse à espera, a vizinhança conviveu...e bastante bem, diga-se de passagem. Cara de puto, não muito alto, mesmo jeitosinho. Andou desaparecido à conta da semana do Carnaval, mas ontem lá estava ele! E depois de o ver só me apetece é repetir o convívio entre vizinhança!
Como é...vamos a isso?!


Estão apresentados os meus vizinhos queridos, aqueles que me fazem tanto gostar da vizinhança! Qualquer dia apresento o resto ;)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O não-vou-pensar-mais-em-ti-porque-o-que-tiver-de-ser-será-mas-espera-afinal-estou-a-pensar-em-ti




Pseudo-resumo quase por tópicos, sem  qualquer pingo de inspiração, de quase nove anos, baseado num tipo que pode perfeitamente estar num filme completamente diferente daquele que tenho na minha cabeça. Este podia ser o título deste post, assentava igualmente bem. Mas adiante...
Vamos lá dar um nome ao indivíduo. Seja ele o Zé.
É desnecessário estar para aqui a dizer que o Zé é um homem atraente ou qualquer outro elogio aos seus atributos físicos. Se me faz corar até à ponta dos dedos e me deixa as pernas bambas, até podia ser um Frankenstein aos olhos de qualquer outra pessoa, que não ia fazer diferença nenhuma.
O Zé é uma daquelas pessoas sociáveis que tem um amigo em qualquer canto do Mundo e arredores. Tem um daqueles corações de manteiga e uma certa inocência que chega a irritar, principalmente quando não consegue ver o que está mesmo à frente dele. Consegue ser um dos homens mais sentimentalistas que já conheci e no entanto, igualmente insensível quando se deixa levar pela sua falta de tacto tão própria. O Zé é uma criança adorável de 27 anos. Tem uma piada para qualquer situação, consegue sempre ver o lado engraçado de tudo. Ai o Zé....
O Zé foi o meu namorado durante mais de dois anos e meio. Foi O namorado, o primeiro amor e o mais sério até hoje. Erros cometidos e relação desgastada, obviamente que tivemos direito a um daqueles finais dramáticos. E o Zé ficou, digamos assim, na merda! Meses depois, cada um de nós foi deixando envolver-se pelo outro, sem que nenhum conseguisse seguir em frente ou assumir o que estava a passar-se. Eventualmente, o Zé seguiu com a sua vida e eu fiquei, ironicamente ou não, na merda! Adiante com a telenovela de bairro, eu fui-me deixando (ou não) apaixonar por outras pessoas. Poucas, na verdade. E o Zé aqui estava, na mesma cidade, na mesma rua, com a sua nova namorada. Uma menina adorável que tinha como passatempo favorito fazer-me a vida negra. Meses e mais meses e, por muito que achasse que aquela história já não me incomodava, esporadicamente lá vinha uma novidade, uma "fofoca", uma pessoa qualquer dar a sua opinião e dizer que ele iria ter sempre uma espécie de fascínio por mim. Mudaram-se os hábitos, as vidas, as cidades... A menina adorável foi à vida. Mais uns meses e o contacto entre nós praticamente inexistente. E um dia puff, começou tudo outra vez. Com uma conversa longa sobre tudo o que se passou e não passou entre nós. No meio disto o Zé diz que eu sempre fui a mulher da vida dele. Cliché a roçar ligeiramente no parolo? Sim...mas eu gosto! Não, não tivemos qualquer tipo de envolvimento físico. Apenas o meu envolvimento sentimental por ele, mais uma vez...
Falamos menos do que gostaria, vemo-nos menos ainda. Um dia sinto um passo em frente, no seguinte dois atrás. Por vezes pareces estar no mesmo "lugar" onde estou, por vezes nem por isso. Não sei o que vai acontecer, não quero pensar demasiado nisso.
Mas penso...



sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Confissão nocturna


Hoje não me importava nadinha de repetir uns erros contigo...toda a noite!!! Era até capaz de esquecer que, o que mereces é uma boa dose de desprezo da minha parte!




(vai embora demónio, sai da minha mente)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Ai que nervos!!!

Será assim tão complicado mostrar que, de vez em quando, apareço algures por aí no meio dos teus pensamentos?! Agarrar no telemóvel e fazer alguma coisa com o meu número? Clicar duas vezes em cima do meu nome e dizer um "olá"? Ou será que não tens vontade de o fazer, uma vez que seja? Começo a pensar que esta seja a opção mais real. Por vezes acho que os homens pressentem quando os nossos pensamentos se viram para eles mais do que o habitual. E, sem qualquer razão aparente, deixam de fazer todas as coisas que atraíram a nossa atenção e que nos levaram a alimentar esses mesmos pensamentos. Ghrrrr....
Eu não quero, mas estou prestes a ceder...

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Expectativas

É uma verdade universal que quase nada acontece da maneira que se imagina. Isto verifica-se nas mais pequenas e vulgares situações do dia a dia, mas sobretudo nos grandes acontecimentos que insisto em idealizar de uma forma perfeita. E quando falo de "acontecimentos", refiro-me principalmente a romances platónicos e histórias de encantar que não existem. E a parte racional de mim sabe perfeitamente disso, mas insisto em sonhar acordada e acabo por sentir-me frustrada quando as coisas não acontecem da maneira que pateticamente (ou não) imaginei. Li em algum lado que quem "sonha acordado" está, de alguma forma, mais preparado para qualquer tipo de situação que possa surgir. Mas de que é que isso me serve se as coisas acabam por nunca acontecer da maneira esperada? Exacto, não me serve de nada! E no entanto continuo a fazê-lo porque, frustrações à parte, não quero deixar de o fazer...

Conheço-te à anos e posso dizer com certeza que te sabia de cor, melhor do que qualquer outra pessoa. Agora já não sei... Pareces-me tão igual em tanta coisa e no entanto não posso afirmar que ainda és a mesma pessoa. Já me apaixonei e "desapaixonei" por ti algumas vezes. Já te quis perder e já te perdi sem querer. Estivemos em caminhos separados durante muito tempo e talvez por isso não consiga perceber se mudaste, se a forma como me vês mudou. Não sei o que se passou na tua vida durante este enorme intervalo de tempo em que não falámos nada além de uns cordiais cumprimentos, em que eu não pensava que as nossas vidas se cruzariam de novo. Ou será que pensava? Sei que não consigo ser tua amiga. Não o consegui antes e não o consigo agora. Conscientemente ou não, acabas sempre por me conquistar de novo! Se ao menos me fosse possível decifrar as conversas, os olhares... Porque é que sentiste (ou sentimos) necessidade de retomar o contacto agora? Porque é que temos que "tomar um café"? Ilusão ou não, é-me impossível entrar nisto (o que quer que seja) e não esperar nada de volta.
E dou comigo a pensar em ti enquanto devia estar a dedicar-me à realização de outra das minhas expectativas, essa bem mais real e mais necessária.