Sabes aqueles romances que parecem só existir nos filmes? Era desses que gostava de viver contigo.
Ainda não passou um ano que te conheci e parece que te conheço desde sempre, é estranho. Mais estranho ainda é tudo aquilo que temos (ou que não temos). A primeira vez que dei por mim a voltar contigo para casa, acho que nem sabia muito bem o que estava fazer, mas pareceu-me muito bem. Falaste-me de ti, perguntas-te coisas minhas, com aquele ar curioso que dás a tudo que se passa à tua volta. Achei estranho o à vontade que tivemos desde logo, mas mais uma vez pareceu-me bem. Depois dessa noite (e resto de dia) quiseste voltar, e eu deixei.
Deixei e fui deixando sempre. Até que dei por mim e estava... completamente apaixonada! Tentei que tu não percebesses, mas percebeste. Continuavas a vir e sei que no fundo era isso que querias, mas..de um momento para o outro tudo mudou! O "todos os dias" passou a ser "de vez em quando", já não eras tu que vinhas com entusiasmo contar-me aquilo que te tinha feito rir, ou que tinhas visto isto ou aquilo, feito isto ou aquilo...era eu que tinha que te perguntar. Mas de certa forma, continuavas a querer vir, a querer estar.... e até hoje a única explicação que arranjo para a tua mudança é que num minuto que seja, desta "nossa coisa", quiseste o mesmo que eu... mas tiveste MEDO(sim porque tu és grande, mas tens medo...como os meninos pequeninos).
No entanto e mesmo depois deste tempo todo, eu continuo a querer e tu também.(pena que eu queira mais vezes que tu). Continuo a sentir a tua ligação a mim quando estamos juntos. Depois desde tempo todo, continuo a achar piada às coisas mais sem piada que dizes, continuo a achar que ficas liiiindo de barba. Adorar a maneira engraçada como dizes "escola" "espectacular" e todas as outras palavras começadas por "e". Adorar o teu entusiasmo de puto a contar aquilo que fizeste ou deixaste de fazer. Depois deste tempo todo continuo a querer ver-te aqui em casa, e ver o à vontade que já tens quando cá vens.
Continuo, ingenuamente a tentar ignorar-te quando na verdade não consigo, e o que mais quero é agarrar em ti e nunca mais te deixar ir embora. Depois deste tempo todo continuo a deixar-me apaixonar cada vez mais e enquanto isso, neste tempo tu continuas a viver a tua vida e talvez seja mesmo isso que eu tenha que fazer. Mas... o que me prende?! O que te traz tantas vezes de volta?! O que nos faz tantas vezes achar que somos donos um do outro?! Não sei.... e estas são as dúvidas que me coloco todos os dias, e a culpa não é só tua, é minha!!! Um dia descubro, e pode ser que quando esse dia chegar já não seja eu querer..a pensar..a gostar.
Enquanto esse dia não chega...continuo a sonhar com um desses romances de filme contigo!
Ainda não passou um ano que te conheci e parece que te conheço desde sempre, é estranho. Mais estranho ainda é tudo aquilo que temos (ou que não temos). A primeira vez que dei por mim a voltar contigo para casa, acho que nem sabia muito bem o que estava fazer, mas pareceu-me muito bem. Falaste-me de ti, perguntas-te coisas minhas, com aquele ar curioso que dás a tudo que se passa à tua volta. Achei estranho o à vontade que tivemos desde logo, mas mais uma vez pareceu-me bem. Depois dessa noite (e resto de dia) quiseste voltar, e eu deixei.
Deixei e fui deixando sempre. Até que dei por mim e estava... completamente apaixonada! Tentei que tu não percebesses, mas percebeste. Continuavas a vir e sei que no fundo era isso que querias, mas..de um momento para o outro tudo mudou! O "todos os dias" passou a ser "de vez em quando", já não eras tu que vinhas com entusiasmo contar-me aquilo que te tinha feito rir, ou que tinhas visto isto ou aquilo, feito isto ou aquilo...era eu que tinha que te perguntar. Mas de certa forma, continuavas a querer vir, a querer estar.... e até hoje a única explicação que arranjo para a tua mudança é que num minuto que seja, desta "nossa coisa", quiseste o mesmo que eu... mas tiveste MEDO(sim porque tu és grande, mas tens medo...como os meninos pequeninos).
No entanto e mesmo depois deste tempo todo, eu continuo a querer e tu também.(pena que eu queira mais vezes que tu). Continuo a sentir a tua ligação a mim quando estamos juntos. Depois desde tempo todo, continuo a achar piada às coisas mais sem piada que dizes, continuo a achar que ficas liiiindo de barba. Adorar a maneira engraçada como dizes "escola" "espectacular" e todas as outras palavras começadas por "e". Adorar o teu entusiasmo de puto a contar aquilo que fizeste ou deixaste de fazer. Depois deste tempo todo continuo a querer ver-te aqui em casa, e ver o à vontade que já tens quando cá vens.
Continuo, ingenuamente a tentar ignorar-te quando na verdade não consigo, e o que mais quero é agarrar em ti e nunca mais te deixar ir embora. Depois deste tempo todo continuo a deixar-me apaixonar cada vez mais e enquanto isso, neste tempo tu continuas a viver a tua vida e talvez seja mesmo isso que eu tenha que fazer. Mas... o que me prende?! O que te traz tantas vezes de volta?! O que nos faz tantas vezes achar que somos donos um do outro?! Não sei.... e estas são as dúvidas que me coloco todos os dias, e a culpa não é só tua, é minha!!! Um dia descubro, e pode ser que quando esse dia chegar já não seja eu querer..a pensar..a gostar.
Enquanto esse dia não chega...continuo a sonhar com um desses romances de filme contigo!
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